Coceira na vagina: o que pode ser e como tratar!

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Coceira na vagina: o que pode ser e como tratar!

A coceira na vagina, conhecida cientificamente como prurido vaginal, geralmente é um sintoma de algum tipo de alergia na região íntima ou de candidíase.

Quando é causada por uma reação alérgica, a região afetada é, na maior parte das vezes, a mais externa. Neste caso, o uso de calcinhas que não sejam de algodão e de calças jeans, diariamente, podem causar irritação e aumentar a coceira.

Coceira na vagina
Coceira na vagina

Já quando a coceira é mais interna, normalmente está sendo causada pela presença de algum fungo ou bactéria e a coceira pode vir acompanhada de dor ao urina, inchaço e corrimento esbranquiçado.

Principais sintomas de infecções vaginais:

1. Vermelhidão e inchaço em toda a região íntima

2. Placas esbranquiçadas na vagina

3. Corrimento esbranquiçado com grumos, semelhante a leite talhado

4. Dor ou sensação de queimação ao urinar

5. Corrimento amarelado ou esverdeado

6. Presença de pequenas bolinhas na vagina ou pele áspera

7. Coceira que surge ou piora após usar algum tipo de calcinha, sabonete, creme, cera ou lubrificante na região íntima

Tratamento para coceira na vagina:

Uma boa forma para aliviar a coceira na vagina, no clitóris e nos grandes lábios é lavar a região íntima com chá de alecrim e sálvia, pois tem propriedades antimicrobianas que eliminam bactérias e evitam o crescimento de fungos, que podem piorar a coceira.

1. Candidíase:

O tratamento para candidíase normalmente é feito com o uso de pomadas antifúngicas ou antifúngicos orais receitados pelo ginecologista, como Clotrimazol ou Miconazol, além de ser recomendado melhora dos hábitos de higiene.

2. Alergia a substâncias químicas:

Algumas substâncias químicas, como o cloro presente na água do jacuzzi, banheira ou piscina, por exemplo, pode causar coceira na vagina, sendo nesses casos recomendados que a região íntima seja bem lavada com sabão de pH neutro. Depois de seca, é recomendado utilizar calcinha de algodão.

Depois de sair da piscina, também é importante tirar o biquíni para que não seque no corpo e permita o crescimento de fungos ou o contato prolongado com cloro.

3. Infecções sexualmente transmissíveis:

As infecções sexualmente transmissíveis, popularmente conhecidas como IST’s ou DST’s, também podem causar coceira na vagina.

Por isso, é importante que caso haja comportamento de risco, ou seja, contato íntimo sem preservativo, sejam feitos exames específicos para que seja identificada a causa e iniciado o tratamento mais adequado, seja com antibióticos ou com antivirais.

4. Hábitos de higiene:

A falta de higiene adequada também pode resultar em coceira na vagina. Por isso, é recomendado que a região externa seja lavada diariamente com água e sabão neutro, incluindo após a relação sexual.

A região deve estar sempre seca, sendo melhor usar calcinha de algodão, e evitar o uso de calças muito apertadas e calcinha com elástico apertado.

Além disso, durante a menstruação é recomendado que o absorvente seja trocado sempre a cada 4 ou 5 horas, mesmo que não esteja aparentemente muito sujo, pois a vagina fica em contato direto e constante com fungos e bactérias presentes na região íntima.

Em qualquer caso, se a coceira durar por mais de 4 dias ou surgirem outros sintomas, como corrimento com mau cheiro ou inchaço da região, é aconselhado ir ao ginecologista para identificar a causa e iniciar o tratamento adequado.

Como não ter mais coceira na vagina:

Para evitar a coceira na vagina, clitóris e grandes lábios é indicado:

Usar roupa íntima de algodão, evitando materiais sintéticos que não deixam a pele respirar, facilitando o crescimento de fungos;

Ter uma boa higiene íntima, lavando somente a região externa, com sabonete neutro, mesmo após o contato íntimo;

Evitar o uso de calças muito justas, para impedir a elevação da temperatura local;

Utilizar preservativo em todas as relações, para evitar a contaminação com as DSTs.

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